Criar uma Loja Virtual Grátis
Translate this Page
Enquete
Esta gostando do nosso site ?
Sim
Não
Muito
Pouco
Ver Resultados

  • Currently 2.19/5

Rating: 2.2/5 (194 votos)



ONLINE
1





Partilhe esta Página

 

 

 

 

 

Image and video hosting by TinyPic

 

 

 

 

tv mundo maior
Santúario Espírita Maria de Nazaré

 

Pessoas desaparecidas

                                                                    DESAPARECIDOS:

DivulgandoDesaparecidos.org
BLOG
Santúario Espírita
Maria de Nazaré 
ENTRE
 

 


Espíritismo e Umbanda
Espíritismo e Umbanda

 

 

 

DIFERENÇA ENTRE MÉDIUNS ESPÍRITAS E DE UMBANDA

 

 

 N Ã O  H Á  S E P A R A T I V I D A D E

Evidentemente, sabeis que não há separatividade nem competição entre os espíritos benfeitores, responsáveis pela espiritualização da humanidade. As dissensões sectaristas, críticas comuns entre adeptos espiritualistas, discussões estéreis e os conflitos religiosos, são frutos da ignorância, inquietude e instabilidade espiritual entre os encarnados. Os Mentores Espirituais não se preocupam com a ascendência do Protestantismo sobre o Catolicismo, do Espiritismo sobre a Umbanda, dos Teosof istas sobre os Espíritas, mas lhes interessa desenvolver nos homens o Amor que salva e o Bem que edifica!

 

OS HOMENS DEVEM RESPEITAR A PREFERÊNCIA ALHEIA.

Todas as coisas são exercidas e conhecidas no tempo certo do grau de maturidade espiritual de cada ser. Em consequência, ser católico, espírita, protestante, umbandista, teosofista, muçulmano, budista, hinduísta, esoterista, ateu não passa de uma experiência transitória em determinada época do curso ascensional do espírito eterno! As polêmicas, os conflitos religiosos e dout rinários do mundo não passam de verdadeira ilusão. É tão desairoso para o católico combater o prot estante, ou o espírita combater o umbandista, como em sentido inverso, pois os homens devem respeitar-se mutuamente na preferência alheia, segundo o seu grau de entendimento espiritual.

 

 

 SECTARISMO É UM RESÍDUO DO PRIMITIVISMO

O sectarismo religioso, como todo sectarismo, não é mais que um resíduo das fases primitivas da evolução humana. À proporção, porém, em que a humanidade evoluí, o espírito humano se larga, superando barreiras e destruindo fronteiras. O homem se universaliza. Sua mente se abre a uma compreensão mais ampla do mundo. Para o sectarista, só os da sua seita prestam, só eles estão certos e merecem proteção de Deus.

 

 O ESPIRITISMO É UNIVERSALISTA

  O Espiritismo é doutrina universalista porque o princi pal motivo de sua atuação e existência são os acontecimentos e problemas derivados do Es pírito, isto é, da entidade universal. O Espiritismo é universalista, mas não lhe cabe a culpa se alguns espíritas desmentem essa salutar conceituação e desperdiçam seu precioso tempo no julgamento e agressividade mental aos demais trabalhadores da espiritualidade. O Espiritismo não se proclama o único meio de salvação humana, nem se di z o detentor exclusivo da verdade. Do ponto de vista espírita, todas as re ligiões são formas de interpretação da suprema verdade, e todas conduzem o homem a D eus, quando praticadas com sinceridade. O que importa, como dizia Kardec, não é a forma, mas o espírito. De uma vez por todas, os espíritas precisam libertar-se dos resíduos sectaristas.

 

 O AMOR É A MAIOR VERDADE

Em outras palavras, é completamente inútil o combate que movemos contra as idéias que não admitimos. A verdade é uma só e, um dia, raiará para todos, como o Sol que aquece e ilumina todos os quadrantes do Planeta. O que o Cristo espera de seus tutelados é a união de propósitos em torno do bem, é o trabalho incessante em favor de nossa iluminação individual, é a promoção intelectual, moral e espiritual de nossos irmãos em humanidade. Somente praticando a fraternidade e a tolerânc ia poderemos ajudar a construção do mundo sem barreiras que será o Reino de Deus na Terra. Recordemos do que nos disse o apóstolo Paulo: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor nada serei; Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência, se eu não tiver am or nada serei; Ainda que tenha tamanha fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei e nada disso se aproveitará”.

 

 

ORIGEM DA UMBANDA

A Umbanda, é um movimento de natureza religiosa e mediúnica, que alguns tentam atribuir- lhes sua origem a fontes inicia ticas do Egito, da cadéia ou da Índia. O certo é que a doutrina de Umbanda, atualmente praticada no Brasil, deriva fundamentalmente do culto religioso com raízes exclusivamente af ricanas, que fundiu suas crenças supersticiosas e intercâmbio com os antepassados, na mistura do culto católico, de ritos e práticas ocultas dos ameríndios. Ademais, esse sincretism o religioso ainda influenciou-se fortemente pelo Espiritismo, adotando-lhe algumas práticas, preces e postulados.

 

 

ESPIRITISMO NÃO ADOTA NEM CONDENA AS PRÁTICAS EXTERIORES

O Espiritismo não adota em seu seio o uso de sím bolos, ritos, hierarquias religiosas, práticas feitichistas, adorações, cantos folcloricos, porque a sua composição doutrinária cuida precipitualmente de libertar o Espírito de formas transitórias do mundo. O Espiritismo, como sistema ou doutrina dos Espíritos, firma os s eus postulados nas bases principais transmitidas do Além, enquanto a Umbanda, na at ualidade, ainda é sincretismo religioso, ritos e costumes religiosos de diversas raças e povos. Mas não se pode censurar o uso de tais apetrechos, cerimônias e costumes primitivos na Umbanda porque trata-se de movimento espiritualista com práticas e princípios diferentes da codifi cação Espírita Kardecista.

 

 

RELIGIOSOS VINCULADOS ÀS PRÁTICAS EXTERIORES ACOMODAM-SE MELHOR NA UMBANDA

Não pretendemos fazer distinções de qualidade espiritual ou doutrinária entre Espiritismo e a Umbanda; porém assinalamos que os crentes de outra s religiões acomodam-se mais facilmente nos terreiros, porque ali encontram um sucedâneo para expressar a sua emotividade religiosa. Os religiosos ainda vinculados à adoração de imagens , a rituais, cânticos, incenso, ladainhas, promessas, velas, santos e outros aparat os do culto exterior, encontram na Umbanda um clima algo familiar, que os acostumam no in tercâmbio com os espíritos desencarnados, não sendo difícil mais tarde, a sua adesão fácil aos postulados do Espiritismo codificado por Allan Kardec. Aprendem, com os pretos-velhos e caboclos, a realidade da doutrina da Reencarnação e da Lei do Carma, que não aprendiam antes nas igrejas e templos religiosos.

 

 FAMILIARIZA-SE COM OS CONCEITOS SEM DAR UM SALTO BRUSCO

Embora o Espiritismo ofereça compensações elev adas no campo da espiritualidade mais pura, é sempre mais difícil a este tipo de religioso abandonar sua igreja com suas imagens, luzes, flores e cânticos. É um salto muito brusco para este tipo de religioso, seria deixar de modo muito súbito tudo que lhe é tão familiar e simpático. Durante o estágio da Umbanda ele familiariza-se com a técnica das comunicações, aprende as sutilezas do mundo invisível e confia na proteç ão dos "caboclos" ou "pretos-velhos", entre santos e rituais que lhe são simpáticos.

 

 ESPIRITISMO E UMBANDA SÃO MUITO DIFERENTES

Não é conveniente confundir ambos os gêner os de trabalho e função do Espiritismo e da Umbanda. O Espiritismo abrange o conjunto de criaturas que já se mostram em condições de ativar o seu progresso espiritual independentemente das formas do mundo; Não tem rituais e nem se preocupa com exterioridades e problemas de ordem exclusivamente material. A Umbanda, no entanto, é mensagem endereçada aos homens que ainda requerem o ponto de apoio no rito, das imagens, dos símbolos e do fenômeno mediúnico, para focalizar a sua emotividade religiosa. Mas não importa se o indivíduo é espiritista ou umbandista, porém, interessa a sua conduta e o seu procedimento junto à humanidade! Ninguém vale pela sua crença, mas sim pelas suas obras.

 

  UMBANDA É MEDIUNISMO, MAS NÃO É ESPIRITISMO!

É doutrina que admite a Lei da Reencarnação e o processo de Causa e Efeito do Carma, merecendo também os mais sinceros louvores pelas curas dos enfermos e obsidiados. Juntamente com as falanges de Espíritos primários ou pagãos, também operam na Umbanda Espíritos de elevada estirpe espiritual, confundidos entre pretos velhos, caboclos, índios ou negros, originários de várias tribos africanas. Os mentores de Umbanda, no momento, preocupam-se em eliminar as práticas obsoletas, dispersivas e até censuráveis, que ainda exercem os umbandistas alheios aos fundamentos e objet ivo espiritual da doutrina.

 

 UMBANDA ATUA NO ASTRAL MAIS DENSO

Os trabalhos mediúnicos de Umbanda ajudam a atenuar as violências das entidades cruéis e vingativas que se aglomeram sobre a crosta terráquea. As equipes de caboclos, índios e pretos vel hos experimentados constituem-se na corajosa defensiva, segregando as entidades demasiadament e perversa quem não sabem viver entre as outras criaturas. O Espiritismo, como a Umbanda, apesar do seu labor mediúnico diferente, ambos cumprem determinações do Alto e tendem para o mesmo objetivo em comum. Enquanto a Umbanda aperfeiçoa a prática mediúnica no campo da fenomenologia mais densa do astral inferior; O Espiritismo doutrina os homens par a a sua libertação definitiva das formas do mundo transitório da carne! Malgrado a aparência de ambos se contradizerem, a Umbanda ajusta o vaso e o Espiritismo asseia o líquido; a Umbanda aprimora a lâmpada e o Espiritismo apura a chama.